Aquela covinha que sempre aparece quando está feliz, de verdade.
Ou a maneira que puxa o canto esquerdo do lábio superior por que recebeu algum elogio e de vergonha ficou.
Acompanhado de uma gargalhada tentando esconder o brilho dos seus olhos as pálpebras se juntam por um instante e seus lábios tomam uma proporção irradiante.
Anoitece e toda a malícia e sedução aparecem após umidecer os lábios com a ponta de sua língua e seu olhar diz tudo o que seu sorriso tenta esconder.
Corado, quente e molhado ele aparece depois de se despedir de um beijo, subindo seus ombros, torna-se a criatura mais pura e inocente.
Aquele sorriso de criança.
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