1 de novembro de 2013

Por pouco tempo, por muito tempo

O que será o tempo, se não os movimentos do relógio, das rugas, do sol, do beijo, do sono, me rendo
Ao tempo e seus movimentos. 
Que mesmo no anseio de ficar parado, move-se com toda a destreza de quem corre, de quem tem pressa. 
A pressa de esperar o tempo que não passa.  

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