A loucura é necessária
onde você é a única saída
de todos os seus, dentro de ti.
A loucura é necessária
pra quem, quando e onde
a única entrada é ser
é seu, entra-te sem bater
sai e arromba-te o peito aberto
a mente louca e o coração livre!
Tempero à base de textos teatrais,uma pitada de música, duas vidas de poesias, algumas lágrimas de choro e de felicidade, mistura tudo e distribui entre os personagens!
27 de novembro de 2014
24 de novembro de 2014
18 de agosto de 2014
Vestia um sorriso
Você se despiu, vestindo apenas seu sorriso
tímido, sentado me olhava.
Minha caneta, lápis e papel numa dança de
letras e formas te descreveram em ménage à trois ortográfico. A ereção do
atrito com o papel, o som intermitente do grafite ofegante.
Era como se meu lápis, punho e dedos,
conhecessem a textura de sua pele, desde seu calcanhar, marcado em minhas
folhas, contornando seus pés, dedo à dedo, joelhos e pernas.
Engolia a saliva à seco, para não perder um
pelo, uma digital, uma rachadura dos lábios finos, mal cuidados pelo excesso de
álcool entre nossos beijos
26 de março de 2014
Mar de Suor
O mar, grande ao seu fim,
O azul que destoa do céu e embebeda em goles fundos
Os marinheiros por si só, runs e rins, do mar moradia para a
bebedeira
Odoiá ó rainha do mar, cuida-me, de quem em ti navega.
Seres sempre muito bondosa, por não afundar os goles de runs
em cima de ti derramados
A alma cansada dos marujos em braços fortes, a vista cansada
e ofusca perde o tom do azul no céu
Ou seria o rum, as olheiras, o soar do sal no suor, atrito
da pele, pele quente, pele que repele o cheiro do pêlo
Cor de Sol na pele do Mar, Olhar de Mar no horizonte do marinheiro de marinheiros mar e sol
Sal nos olhos, lágrima doce
Repele beijo, na boca seca de sede e suada de sal,
dos marinheiros, almirantes, tripulação de corpos , runs,
rins, sais e suores
o barco abanando ao vento viril.
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